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Baturité promove ação de combate ao Aedes aegypti

ATIVIDADE PREVENTIVA

Equipe realizou inspeção no prédio, além de rodas de conversa e conscientização
publicado: 08/05/2017 12h48, última modificação: 08/05/2017 14h40

No último dia 10 de abril, o Instituto Federal do Ceará Campus Baturité e a Secretaria de Saúde da cidade, representada pelos agentes de endemias Jean Gardel e Leal Junior, realizaram ação de mobilização dos funcionários integrantes dos serviços gerais do campus com intuito de incorporar as medidas preventivas contra a proliferação do Aedes aegypti à rotina de ações.

Durante a ação, houve roda de conversa quanto à importância da adoção dos cuidados diários para a prevenção dos criadouros e exposição das fases do ciclo evolutivo do mosquito, e em seguida inspeção do prédio institucional.

 A inspeção possibilitou a identificação de criadouros e potenciais reservatórios propícios ao desenvolvimento do vetor. Assim, foram adotadas medidas para o solucionamento dos criadouros identificados e serão realizadas brigadas de inspeção para o controle vetorial. 

De acordo com a Secretaria de Saúde do Estado, no Ceará há casos de dengue notificados desde 1986. Nos últimos 30 anos, a dengue se manifestou de forma endêmica, com o registro de sete grandes epidemias nos anos de 1987, 1994, 2001, 2008, 2011, 2012 e 2015. A partir de 2015, com a introdução  dos  vírus  da  chikungunya  e  da  zika, o Ceará passou a ter um cenário de co-circulação viral, contribuindo para o aumento da ocorrência de formas graves e óbitos relacionados.

Em 2017, no Ceará, foram notificados 12.932 casos suspeitos de dengue, 8.667 casos suspeitos de chikungunya. Destacam-se os municípios Baturité e Pentecoste por apresentarem a taxa de incidência dos casos confirmados de chikungunya acima de 300 casos por 100 mil hab. Concernente à zika em 2017 no Ceará foram notificados 371 casos suspeitos.

De acordo com a enfermeira do campus de Baturité, Angélica Almeida, “Para evitar a infestação pelo vetor, sempre mais intensa no verão em decorrência da elevação da temperatura e da intensificação de chuvas, é necessário desenvolver ações permanentes para a eliminação de focos do vetor durante todo o ano. Para isso, o empenho social é fundamental.” Lembrou.