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O campus

última modificação 04/01/2016 17h01

A formação do Instituto Federal de Educação do Ceará em Umirim, inicialmente denominado de Escola Agrotécnica de Umirim surgiu em 1990, quando a gestão pública municipal em parceria com o Ministério da Educação e Cultura – MEC, através de um processo fundamentado na política de uma Educação qualificada comprometeram-se em atuar conjuntamente nessa região. O publico alvo era os jovens concludentes do ensino fundamental, à época, primeiro grau, sendo que, naquele período, grande era a evasão e escassez de profissionais qualificados, oriundos dessa região, no desempenho e desenvolvimento de setores básicos na região do Vale do Curu e Aracatiaçu. Em cima dessa premissa, os órgãos envolvidos nesse processo estabeleceram como fundamento que os mesmos deveriam ser qualificados com o compromisso de atuarem na região criando assim condições para a população local se profissionalizar nos setores em demanda crescente.

Após várias agendas, em 1992 teve inicio e conclusão da construção do espaço, sendo construída uma área de 3.587 m² numa área total de 50 ha adquiridos com recursos oriundos do governo federal e municipal.

Após sua conclusão e com as mudanças de governo, tanto federal como municipal, bem como a inserção de novas políticas educacionais, aquele projeto foi criticamente abalado e abandonado, voltando somente a ser retomado em 2003 com a criação da CIAT – Comissão de Instalação das Ações Territoriais através da Secretaria de Desenvolvimento Territorial do Ministério do Desenvolvimento Agrário, no Território dos Vales do Curu e Aracatiaçu – Hoje Território da Cidadania. Tratava-se de um fórum, cujo objetivo era propiciar funcionamento de uma nova escola agrícola de Educação do Campo na região.

A partir dessa definição, foram iniciadas as articulações entre os Municípios, Organizações não governamentais e setores do Governo Estadual que garantiram meios para a recuperação da infraestrutura física e aquisição de equipamentos para a escola.

Em um encontro, ocorrido em 2007, que reuniu os dirigentes de diversas unidades da rede federal de educação profissional, onde o governo federal anunciara a expansão e o fortalecimento da rede, sugeriu-se a necessidade de uma articulação mais estreita com a Secretaria Nacional de Educação Profissional e Tecnológica, no sentido de inserir a demanda local nas metas dessa expansão.

Como alternativa para se resolver tal demanda, a Escola Agrícola de Umirim torna-se Unidade de Extensão do Campus do IFCE localizado no município do Crato-CE, cabendo a este responder administrativamente pela mesma, em comunhão com a Prefeitura Municipal de Umirim.

Em 2012 mudanças significativas começam a acontecer, a direção administrativa do campus é instaurada com a posse de legítimo diretor, cargo esse preenchido por professor efetivo do quadro de servidores do campus, atendendo uma reivindicação da categoria, entretanto, ainda vinculada ao Campus Crato.

Em 2013, através da Portaria nº 330, de 23/04/2013, publicada no Dou de 24/04/2013, o Ministério da Educação autoriza o funcionamento de 66 campi de 24 institutos federais de educação. Entre esses estão os 11 campi avançados do IFCE (Aracati, Baturité, Camocim, Caucaia, Jaguaribe, Morada Nova, Tabuleiro do Norte, Tauá, Tianguá, Ubajara e Umirim).

Já a Portaria nº 331, da mesma data, o ministério dispõe os 11 campi acima na estrutura organizacional do Instituto Federal de Educação do Ceará, transformando-os em campi convencionais, adquirindo assim, autonomia administrativa e pedagógica. Estamos inseridos na 3ª etapa da expansão da Rede Federal de Educação.

Atualmente o campus atende uma demanda de mais de duzentos estudantes da região focados no ensino médio profissionalizante com Cursos Técnicos nas áreas de Recursos Naturais e da Informação e Comunicação, com ênfase no desenvolvimento tecnológico e na transferência de conhecimento.

O IFCE Campus Umirim dentro de sua missão contribui de forma efetiva e eficaz com o desenvolvimento de novos métodos e tecnologias voltadas às necessidades específicas dos setores econômicos da região, difundindo um aprendizado massivo sistemático de ações inovadoras e de transferência de tecnologias voltadas ao campo e a cidade, bem como ao terceiro setor - de forma indireta e também direta - por meio de cursos de capacitação e difusão tecnológica.