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Reitor apresenta necessidade de investimentos a parlamentares

INFRAESTRUTURA

Virgílio Araripe busca R$ 115 milhões para investimentos em obras estruturantes e aquisições
publicado: 21/02/2019 15h28, última modificação: 21/02/2019 16h00
Exibir carrossel de imagens Deputado Domingos Neto, coordenador da bancada cearense e relator do OGU, durante audiência com o reitor

Deputado Domingos Neto, coordenador da bancada cearense e relator do OGU, durante audiência com o reitor

O reitor Virgílio Araripe apresenta durante toda esta esta semana em reuniões com deputados e senadores no Congresso Nacional a necessidade de investimentos no valor de R$ 115 milhões, a serem aplicados em obras estruturantes, aquisição de mobiliários e de equipamentos, para os campi do Instituto Federal do Ceará. O gestor pleiteia inclusão de projetos ao Orçamento Geral da União (OGU), por meio de emendas, bem como suplementação do orçamento em vigor perante o Ministério da Educação. Araripe manteve entendimentos, inclusive, com os deputados Domingos Neto (coordenador da bancada cearense no Congresso e relator do OGU), Roberto Pessoa, José Guimarães; e senadores Cid Gomes, Tasso Jereissati e Eduardo Girão.

Os projetos apresentados aos congressistas versam sobre bibliotecas, restaurantes acadêmicos, ginásios de esportes, equipamentos e mobiliários para os setores administrativos e acadêmicos de ao menos 23 campi.  Um dos projetos pleiteados diz respeito à construção de uma usina fotovoltaica composta de painéis solares, inversor, banco de bateria e controlador, orçado em R$ 2 milhões. Assim, o IFCE terá condições de utilizar energia solar como matriz energética, o que permitirá a redução de custos, de perdas por transmissão e distribuição de energia - já que a eletricidade é consumida onde é produzida; investimentos em linhas de transmissão e distribuição; baixo impacto ambiental; não exigência de área física dedicada e fornecimento de maiores quantidades de eletricidade nos momentos de maior demanda.

O reitor do IFCE se reuniu, também, com Daniel Ferraz de Godoy, coordenador-geral de Infraestrutura e Inovação da Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica do Ministério da Educação (Setec/MEC), a quem solicitou atenção especial aos pleitos do IFCE, com ênfase à suplementação orçamentária: "Estamos conversando com todos os parlamentares, independente da agremiação partidária, apresentado nossas demandas com a intenção de conseguir os recursos financeiros para que possamos fortalecer a infraestrutura dos campi", afirma o gestor do IFCE.

 

Reitor Virgílio Araripe é recebido pelo senador Cid Gomes, em Brasília

EMENDAS PARLAMENTARES - Os parlamentares podem propor emendas ao Orçamento Geral da União (OGU) para a destinação de recursos públicos aos estados e municípios e, também, a instituições com a intenção de financiar projetos nas áreas de infraestrutura, saúde, integração nacional, meio ambiente, educação, cultura, ciência, tecnologia e esporte, por exemplo. Para o orçamento de 2019, cada congressista pôde apresentar até 25 emendas individuais, no valor de R$ 15,4 milhões. Já o montante destinado às emendas de bancada foi de até R$ 4,5 bilhões.

Existem quatro tipos de emendas feitas ao orçamento: individual, de bancada, de comissão e da relatoria. As emendas individuais são de autoria de cada senador ou deputado. As de bancada, aquelas propostas pelo conjunto dos deputados e senadores, são emendas coletivas, de autoria das bancadas estaduais ou regionais. Emendas apresentadas pelas comissões técnicas da Câmara e do Senado são também coletivas, bem como as propostas pelas Mesas Diretoras das duas Casas. Os valores das emendas são definidos, todo ano, pelas relatorias dos orçamentos durante tramitação nas casas legislativas.