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Olimpíada do Conhecimento

Instituições aprovam institutos em sua estreia na competição Participação é alvo de elogios de entidades organizadoras, parceiros e docentes
por publicado: 04/09/2014 00h00 última modificação: 10/03/2016 13h52
Instituições aprovam institutos em sua estreia na competição Participação é alvo de elogios de entidades organizadoras, parceiros e docentes

Instituições aprovam institutos em sua estreia na competição Participação é alvo de elogios de entidades organizadoras, parceiros e docentes

Ao participar pela primeira vez da Olimpíada do Conhecimento, a Rede Federal de Educação Profissional e Tecnológica, representada pelos institutos federais de educação, ciência e tecnologia, tem sido avaliada positivamente pelas instituições organizadoras do evento e demais parceiros. O corpo docente dos institutos federais também aprova a iniciativa do Ministério da Educação de oferecer oportunidade de troca de conhecimento e experiências entre escolas e estados do país.

Na visão do presidente da Confederação Nacional das Indústrias (CNI), Robson Braga de Andrade, a estreia do MEC na competição só tem a agregar valor. "Teremos outras escolas do mesmo nível, com alunos comprometidos e valorizados por participar de um evento desse porte", afirmou Andrade.
O presidente da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg), Olavo Machado Júnior, também considera muito importante a participação dos institutos federais na Olimpíada do Conhecimento. "A participação do MEC como parceiro e a vinda de alunos e professores dos institutos soma muito. Com certeza teremos uma olimpíada de alto nível que vai trazer resultados positivos para o país", avaliou.

A mesma avaliação positiva a respeito dessa primeira parceria com o MEC na oitava edição da Olimpíada do Conhecimento foi feita pelo diretor-geral do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), Rafael Lucchesi. "O MEC tem sido nosso parceiro há mais tempo, mas está atuando de forma mais destacada agora. Teremos mais participantes na olimpíada e isso com certeza aumentará a profundidade dos conteúdos estudados e cobrados nesta edição", afirmou Lucchesi. Para ele, as provas servirão para balizar melhorias na grade curricular das escolas e ajudar a identificar pontos fortes e fracos no curso para que ele fique mais próximo das demandas do mercado de trabalho.
Vantagens – Os professores dos Institutos Federais também consideram a participação na Olimpíada do Conhecimento positiva. Segundo eles, a troca de experiências e conhecimento entre os docentes dos Institutos e das escolas do Senai também tem sido muito gratificante. As diferenças ficam evidentes, mas se complementam, na visão dos professores.
O Senai traz um conteúdo mais voltado para a prática profissional e os institutos um conteúdo mais teórico. O professor do Instituto Federal do Ceará, José Heldenir Pinheiro, explica que em sua unidade os cursos têm uma carga horária prática menor que a das escolas do Senai. "Exploramos uma formação teórica mais ampla. Mas as diferenças não nos distanciam, pelo contrário, os dois lados se somam", considerou o professor.

Para Cleumar Moreira, professor do Instituto Federal da Paraíba, a oportunidade de aprender e ensinar por meio de uma competição a nível nacional tem sido a grande novidade na sua carreira. "Em um evento como esse temos a chance de incorporar aspectos que não são abordados nos institutos federais e trabalhar em clima de competição. A experiência é muito positiva", avaliou.

A participação na Olimpíada do Conhecimento também é vista como uma forma de avaliação institucional para cada instituto federal presente. "Na competição vamos aferir se os alunos estão ou não fora de um padrão de conhecimento e, dessa forma, poderemos implementar melhorias na grade curricular dos cursos", afirmou o professor do Instituto Federal de Rondônia, Rafael Pitwak. O professor também aponta como vantagem a oportunidade de intercâmbio com os professores do Senai. "Convidamos docentes para virem dar treinamento em Porto Velho e eu já fui convidado para dar treinamentos em outros estados. Isso só enriquece o nosso trabalho", concluiu Pitwak. (Assessoria de Comunicação Social)