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Professor de Cedro volta de capacitação nos EUA

Docente foi o único cearense em comitiva de mais de 70 profissionais
por Andressa Souza publicado: 10/03/2016 08h00 última modificação: 14/03/2016 11h17
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Professor passou dois meses em curso na Northern Virginia Community College, nos Estados Unidos

O professor Aílton Moreira, docente de língua inglesa do campus de Cedro, retornou ao Brasil após capacitação nos Estados Unidos, em que foi único representante do Ceará. O curso durou dois meses e voltou-se para o ensino do inglês como segundo idioma.

A formação foi exclusiva para professores da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica e selecionou, por meio de chamada pública, mais de 70 docentes de IFs de todo o Brasil. O programa foi uma parceria entre a Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica do Ministério da Educação (Setec), a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e a Northern Virginia Community College (NOVA).

Ailton relata que foram dois meses de intensa rotina de estudos e trabalhos, inclusive nos fins de semana. “Tive a chance de estudar teorias de ensino-aprendizagem de inglês como segunda língua e colocá-las em prática em salas de aula multiculturais com alunos de várias partes do globo e com variados níveis de instrução formal”, conta.

Pela primeira vez fora do Brasil, ele reconhece a importância transformadora da experiência. “As viagens culturais me ajudaram a ampliar minha visão de mundo no sentido de que agora sinto-me mais seguro para discutir essa nova realidade não mais através da ótica de quem apenas leu sobre o assunto, mas sim, sob a ótica de quem a vivenciou intensamente, ainda que em pouco tempo”, afirma.

“A prática docente deve ser, por excelência, a prática da transformação. Transformação de vidas a partir de uma atuação pautada no respeito, na inclusão, na motivação, na instrução, na educação, na emancipação e humanização de todos a nossa volta”, acredita. “Portanto, essa experiência deixou ainda mais latente nesse ser professor que sou a grandeza do ser aluno, pois ensinando também aprendemos, e nesse processo de aprendizagem mútua, evoluímos todos juntos”.

Como contrapartida pela participação no Programa, os candidatos selecionados deverão atuar por meio de um plano de trabalho, por um período mínimo de um ano, nas ações do Programa Idiomas sem Fronteiras do Ministério da Educação, em sua instituição da Rede Federal ou em outras escolas das redes públicas no Brasil, de modo a aplicar os conhecimentos adquiridos e contribuir com ações e atividades de ensino, pesquisa, extensão, inovação e internacionalização. “Esse curso foi o pontapé inicial nessa “corrida” de preparação de nossas comunidades para concorrerem a bolsas de estudos do programa Ciências sem Fronteiras. Portanto, teremos mais ações voltadas para esse objetivo”, adianta o professor.