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Professor de Cedro participa de capacitação nos EUA

Docente é o único cearense em comitiva de mais de 70 profissionais
por Andressa Souza publicado: 25/01/2016 13h14 última modificação: 26/01/2016 20h20
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Professor de Cedro participa de capacitação em língua inglesa nos EUA

O professor Ailton Moreira, docente de língua inglesa do campus de Cedro, é o único representante do Ceará em uma capacitação nos Estados Unidos. O curso, previsto para durar dois meses, é voltado para o ensino do inglês como segundo idioma.

A formação é exclusiva para professores da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica e selecionou, por meio de chamada pública, mais de 70 docentes de Institutos Federais de todo o Brasil. O programa é uma parceria entre a Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica do Ministério da Educação (Setec), a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e a Northern Virginia Community College (NOVA).

Pela primeira vez fora do Brasil, Ailton reconhece a importância da experiência em sua atuação profissional. “A vida acadêmica na NOVA tem sido muito instigante, uma inspiração para o desenvolvimento de ações que fomentem o processo ensino-aprendizagem de inglês em nosso campus”, relata. Ele acrescenta que as aulas buscam explorar contextos situacionais distintos no intuito de avaliar e desenvolver os conhecimentos dos participantes, o que tem ajudado a melhorar não somente o vocabulário, como também a habilidade auditiva por estarem em contato com diversos sotaques.

“Pra mim, essa conquista é de um valor imensurável, pois sou fruto da roça, do trabalho braçal durante toda minha infância e parte de minha adolescência”, afirma o professor. “Após anos de luta e estudos incansáveis, cá estou eu nos 'States', como falamos aqui eu e meus colegas do Nordeste. Acredito que essa experiência terá impacto decisivo sobre nossos alunos no campus Cedro, pois muitos deles, se não a maioria, se enquadram muito bem no meu perfil. Ter chegado até aqui é uma prova concreta de que os IFs não são apenas instituições de instrução, mas também de transformação de vidas e de realização de sonhos.”

Como contrapartida pela participação no programa, os candidatos selecionados deverão atuar por meio de um plano de trabalho, por um período mínimo de um ano, nas ações do Programa Idiomas sem Fronteiras do Ministério da Educação, em sua instituição da Rede Federal ou em outras escolas das redes públicas no Brasil, de modo a aplicar os conhecimentos adquiridos e contribuir com ações e atividades de ensino, pesquisa, extensão, inovação e internacionalização.