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Alunos de Cedro viajam ao Maciço de Baturité

AULA DE CAMPO

Visita técnica mostrou na prática assuntos abordados nas disciplinas de História e Geografia
por Andressa Souza publicado: 11/05/2016 11h30 última modificação: 11/05/2016 11h44
Exibir carrossel de imagens Foto: Andressa Souza Visita ao Museu Senzala Negro Liberto

Visita ao Museu Senzala Negro Liberto

Setenta e cinco estudantes de seis turmas dos cursos técnicos integrados em Eletrotécnica, Informática e Mecânica Industrial participaram de visita técnica ao Maciço de Baturité, localizado no sertão central cearense. As viagens, realizadas nos meses de abril e maio deste ano, foram uma oportunidade de vivenciar os conteúdos trabalhados em sala de aula dentro dos programas pedagógicos das disciplinas de História e Geografia.

No roteiro, as turmas tiveram visita guiada pelo Museu Senzala Negro Liberto, em Redenção, onde observaram a estrutura arquitetônica de uma casa grande e de uma senzala, além de terem contato com a realidade do período escravocrata brasileiro pela perspectiva dos povos escravizados. Em Baturité, os alunos conheceram o Museu da Estrada de Ferro, uma das primeiras estações ferroviárias construídas no Ceará, em 1870, que ainda abriga uma maria-fumaça e outros equipamentos utilizados à época; na mesma cidade, visitaram o Mosteiro dos Frades Jesuítas, influência da questão religiosa na constituição da cidade. E como destino final, em Guaramiranga conheceram a Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição, o Mosteiro dos Capuchinhos e o Sítio Tibagi, onde foram trabalhados aspectos da colonização e da sustentabilidade de um clima diferente da realidade conhecida por grande parte dos discentes contemplados.

De acordo com as professoras Ana Michele Lima e Danielle Rodrigues, docentes das disciplinas de História e Geografia, respectivamente, a aula de campo é uma estratégia pedagógica que leva o aluno a vivenciar os conteúdos trabalhados em sala de aula pelo caminho da observação e da reflexão, além de oportunizar a integração e o aprofundamento dos conhecimentos. "Os meninos estão acostumados às visitas nas áreas técnicas específicas deles, mas poucos tiveram vivências de visitas culturais ou correlacionadas à perspectiva ecológica", defende a professora Ana Michele.