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Atividades extensionistas contemplam formação intelectual, física e emocional

BALANÇO

Canindé desenvolveu 73 ações de extensão em quatro anos, 22 delas somente em 2017
por Andressa Souza publicado: 10/01/2018 12h42, última modificação: 10/01/2018 15h00

Não é segredo para ninguém: o campus de Canindé abraçou a extensão como vocação institucional, uma forma de fortalecer o compromisso social firmado com a região em que se insere. De 2014 a 2017 foram desenvolvidas 73 ações de extensão, 22 delas somente no último ano. Destas, cinco cursos de Formação Inicial e Continuada (FIC) e cinco projetos que contaram com bolsas do Programa Institucional de Apoio a Projetos de Extensão (PAPEX-PROEXT).

“Canindé é notoriamente um dos campi mais atuantes na extensão de toda a rede, não apenas pelo número significativo de ações que desenvolve, mas também pela diversidade das ações desenvolvidas”, aponta o professor Eduardo Pereira, coordenador de extensão do campus de Canindé.

Em 2017 principalmente, estabeleceu-se e ampliou-se a pluralidade extensionista da unidade, seja no formato das ofertas (programas, projetos, cursos de formações inicial e continuada, eventos e minicursos), seja na área do conhecimento, contemplando campos como educação, saúde, esporte, cultura, turismo, memória, ambiente, turismo, entre outras.

“Para mim, começar um projeto de extensão está sendo novo e desafiador, mas estou tendo muito apoio”, conta a professora Magna Leilane, coordenadora do projeto de treinamento funcional e assessoria de corrida. “Um dos principais objetivos desse projeto é trazer qualidade de vida através do movimento, principalmente movimentos básicos que as pessoas vão deixando de fazer à medida que vão ficando mais sedentárias, numa vida cada vez menos ativa. E as pessoas da comunidade que participam estão valorizando muito! Está tendo um ótimo retorno e a adesão do público interno, dos alunos e servidores, está bem significativa”.  

 “Através da extensão é que a instituição estreita os laços entre a comunidade interna e externa do campus, proporcionando um benefício mútuo, pois os alunos podem colocar em prática muitos dos conhecimentos aprendidos no IFCE, enquanto que a comunidade externa se beneficia com os serviços e ações desenvolvidas”, defende o professor Eduardo Pereira, coordenador de extensão do campus de Canindé.

O número de pessoas impactadas varia conforme o público e o objetivo de cada projeto ou curso. De acordo com a coordenação de extensão, a média gira em torno de 50 pessoas atendidas por ação. 

Letícia Facundo, 16 anos, é exemplo dos laços estabelecidos entre IFCE e comunidade externa. Aluna da rede pública estadual de ensino, descobriu pela Internet as ações de extensão oferecidas no campus Canindé. Matriculou-se no curso básico de fotografia no início de 2017 e hoje atua como monitora voluntária no mesmo projeto. “Não sou bolsista remunerada, mas ganho muito em conhecimento”, afirma.